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A história antiga é questão certa nos vestibulares se preparem para detonar nessa matéria.

 

Fala gurizada! A história antiga é questão certa nos vestibulares, ENEM e UFRGS por exemplo. E dois temas que caem com grande freqüência evolvendo esse período são a escravidão e a democracia. Por isso, é importante ressaltar algumas informações para quem vai realizar essas provas.
Sobre a escravidão, é a forma de exploração do trabalho que predominou na Grécia e na Roma antigas. Na antiguidade, a escravidão não se baseava na questão étnica, como será depois na Idade Moderna, focada principalmente nos africanos. Essa é a primeira questão que se deve ter atenção, diferente de Brasil colônia e império, onde predominou a escravidão dos africanos, nas civilizações da Grécia e Roma antigas a questão étnica não determinava nada, ou seja, qualquer pessoa de qualquer povo poderia ser transformada em escravo (ou escrava).
Na antiguidade, os escravos eram obtidos principalmente por meio das guerras de conquista, mas também existia a escravidão por dívidas. Eram tratados como um produto, uma mercadoria, que podia ser vendida e comprada, e utilizada nos mais diversos trabalhos. Essa forma de trabalho decaiu com a crise do império romano, quando os senhores foram estabelecendo relações de colonato em relação aos camponeses, e depois das invasões bárbaras e a queda de roma, com a consolidação do feudalismo passou a predominar a servidão, mesmo a escravidão não tendo desaparecido da Europa no período medieval. ela voltaria com força total a partir da idade moderna, com a expansão marítima européia e a escravização em larga escala dos africanos.
Já a democracia teria se originado em Atenas no século V a.C, na Grécia Antiga. Mas diferente do que muitos pensam, em sua origem ela era bem diferente de como a concebemos nos dias atuais. Os atenienses tinham uma visão bem mais excludente de cidadania, por exemplo, do que temos hoje. Em Atenas eram considerados cidadãos apenas os homens livres, maiores de 18 anos, nascidos em Atenas e filhos de pai e mão atenienses. Estavam excluídos, portanto, do direito de participação política, as mulheres, os estrangeiros e os escravos, ou seja, a maior parte da população da cidade (pólis).
A democracia pressupõe, desde sua origem até os dias atuais, três princípios básicos: isonomia, ou seja, todo cidadão deve ser tratado com igualdade; isocracia, que é o direito que todo cidadão tem de ocupar qualquer cargo político; e isegoria, ou o direito que todo cidadão tem de expressar livremente suas opiniões. Diferente das democracias ocidentais dos dias atuais, que são representativas, a democracia ateniense era direta, ou seja, os cidadãos iam na ágora e eles mesmos propunham leis e as votavam. mas como o conceito de cidadania ateniense era muito mais restrito do que o nosso conceito atual, consideramos a democracia ateniense excludente. 
Bons estudos!
Prof. Davi Ruschel
(Licenciado em História e Mestre em História pela UFRGS)
 



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